REPROGRAMAÇÃO MENTAL E BIPOLARIDADE

 

 

Em 2004, iniciei o tratamento com uma jovem que chegou até mim com diagnóstico de bipolaridade e com várias passagens por psiquiatras e psicólogos. Entretanto ela se negava a continuar tomando os remédios, que segundo ela “roubavam suas emoções”. Expliquei os efeitos dos remédios e porque havia a necessidade de continuar pelo menos por um tempo com tratamento, mas ela não abriu mão de sua posição.

 

A família me contou, que embora em conversa ela aparentasse uma pessoa equilibrada e sensata, em momentos de euforia, se voltava às drogas químicas, passava noites sem dormir e comprava tudo o que via pela frente, muitas vezes sem ter o dinheiro pra pagar. A família passou por várias situações difíceis chegando muito próximo à falência. Em uma ocasião ela comprou um carro, sem ao menos ter um emprego para poder pagar a dívida, deixando a situação para a família resolver. Em outros episódios ela entrava em depressão profunda e ficava dias sem tomar banho, escovar os dentes ou sair da cama.

 

Iniciei então um processo intensivo de reprogramação mental com três consultas ao longo da semana, pois considero este um estágio bastante avançado de desequilíbrio químico do cérebro. Desta forma havia a necessidade de intensificar ao máximo o tratamento, já que não teríamos os remédios para manter o equilíbrio durante o tempo que leva para a reprogramação se tornar definitiva, ou pelo menos mais duradoura. Utilizei tudo o que sabia na época, inclusive a interferência bem-vinda dos Mestres. Apliquei muito a técnica de Expansão de Consciência e trabalhei arduamente no chakra cardíaco que, como vocês bem sabem, é onde ancoramos amor e coragem.

 

Verifiquei que os seus ciclos variavam em torno de duas semanas e meia a três semanas e fiquei feliz ao verificar que ao final de 4 semanas, ela não apresentou nenhuma variação grave de humor, e muito mais surpresa quando o efeito ainda perdurava após 6 meses de tratamento – sendo 3 meses “intensivo” e 3 meses “leve” com 1 consulta por semana. Após este período, ela permaneceu em equilíbrio por 2 anos sem a necessidade de remédios que controlassem seu humor e de outras sessões de terapias, mas ainda assim aparecia de vez em quando para uma terapia sem compromisso.

 

Sei que existe uma tendência na sua conformação física e também na formação de sua personalidade para que ela tenha desenvolvido este desequilíbrio, mas isto não significa que não possa ser controlado. Mudar a forma como encaramos o mundo também muda a maneira como reagimos a ele... 

 

Como toda terapia a Reprogramação Mental não é apenas uma interferência do terapeuta na vida da pessoa, é uma intercomunicação, uma troca. Não chamamos de “pacientes” nossos clientes, e sim de “interagentes”, pois não existe cura sem a participação ativa e consciente da pessoa. No meu caso acabo não utilizando apenas a Reprogramação pura e simples, aquela embasada nos conhecimentos da PNL, utilizo várias técnica, inclusive alguns desbloqueios em pontos do corpo físico por manipulações utilizadas na Yoga ou no Desbloqueio de Memória Afetiva.

 

Não sou contra o uso de remédios, eu entendo sua necessidade, mas em alguns casos o próprio cérebro encontra o caminho de volta. E convenhamos que ele é um órgão muito especial do corpo Humano, só precisa muitas vezes ser convencido disto.

 

Para isto você pode fazer terapia, ler muito sobre o assunto, participar de seminários ou apenas praticar muita meditação. Não existe uma fórmula mágica, e nem sucesso sem esforço algum. Temos que encontrar o nosso próprio equilíbrio. E se você ainda não encontrou, não estaria na hora de fazer diferente o que você vem repetindo igual a vida inteira? RESSIGNIFIQUE!

 

 

 

 

Eu Sou

 

Karenn Liège

Regressão De Memórias e TVP

Reintegração de Consciência - Reprogramação Mental Sinestésica

Cura Quântica ANJO HUMANO

 

 

 

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